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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Próximo encontro: 09 de abril de 2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 09/04/2011 às 9hs.
O tema de nosso encontro será: preparando o corpo e a mente para o parto!
Para abordar o tema contaremos com Analu, coordenadora do Ishtar Recife, que é Educadora Física com especialização em Pilates para Gestantes e Com Drica, do Espaço Crê Sê em Aldeia, que realiza aula de danças para gestantes.


Estamos esperando por você!
Não percam!
*Relembrando*
Quando: 09 de abril de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Preparando corpo e mente para o parto.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE
Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.



Ishtar news


Fonte: http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=167775,OTE&IdCanal=7


Não à banalização da cesárea

O que se pretende é respeitar o ritmo natural e o nascimento

Publicado no Jornal OTEMPO em 06/04/2011


ANA ELIZABETH DINIZ

Especial para O TEMPO



Caseiro. Geozeli Camargos optou não apenas pelo parto normal, mas deu a luz a Téo na companhia da família em um procedimento domiciliar assistido por enfermeiras obstetras

Elas estão operando uma verdadeira revolução silenciosa e resgatando sensações, sentimentos e nuances quase esquecidos em um mundo em que a tecnologia e as relações impessoais estão prevalecendo.
No Brasil, são mais de 200 mulheres voluntárias espalhadas em 21 Estados mais o Distrito Federal, trabalhando diariamente pela internet desde 2006. Uma malha virtual (website, blog e lista de discussão) que vai atraindo adeptas pela melhoria das condições de atendimento ao parto no país.
Estamos falando da rede Parto do Princípio - Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa. Na verdade, uma lista de discussão em que as participantes se comunicam, articulam demandas e se dividem em múltiplas ações planejadas que buscam dar visibilidade a um trabalho de delicadeza com a maternidade.
Segundo Pollyana do Amaral Ferreira, membro da rede, o propósito é o resgate do parto humanizado, ativo, do protagonismo da mulher nesse processo e lutar contra a banalização da cesárea.
"Entendemos o parto como evento sexual, feminino, cultural e fisiológico, e a mulher, como sujeito ativo e central desse processo. A mulher deve ser informada antes e durante o nascimento do filho dos prós e contras de cada escolha e decidir, juntamente com a equipe de assistência, por uma experiência feliz, saudável e segura para ela e seu bebê que chega ao mundo trazendo emoções repletas de significado".
Para a jornalista Daniela Buono, a ciência está reconhecendo que, embora os avanços tecnológicos e a institucionalização do parto tenham proporcionado maior controle dos riscos materno-fetais, houve incorporação de muitas intervenções desnecessárias. "É preciso re-significar o nascimento e mudar a cultura do parto porque há muita violência imposta à gestante. É preciso respeitar o ritmo natural e o simbolismo transformador do nascimento".
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o alívio da dor do trabalho de parto deve ser feito por meios não invasivos e não farmacológicos, como massagens e técnicas de relaxamento.
Mas não é o que vem acontecendo. "Mesmo quando se faz um parto normal são utilizados procedimentos de rotina e interferências obstétricas desnecessárias. Elas inibem o desencadeamento natural dos mecanismos fisiológicos de parto e ele passa a ser sinônimo de patologia e de intervenção médica", comenta a jornalista.
Por isso, muitas mulheres acabam acreditando que a cesárea é a melhor forma de dar à luz. "Elas veem nela a possibilidade de um parto sem medo e sem dor, mas a cesárea é uma cirurgia de grande porte que deveria ser utilizada apenas em caso de emergência, para salvar a vida da mãe ou do bebê. A possibilidade de um parto normal deixou de ser prática, mesmo quando essa é a expectativa da mulher", pontua Daniela.


Atitude

Revolução particular feminina

Renata Penna, atriz, escritora e tradutora, explica que a rede Parto do Princípio reúne mulheres que encaram a gestação, o parto e a amamentação como processos naturais, fisiológicos, instintivos, carregados de significado e beleza, e nos quais a mulher pode e deve assumir seu papel de protagonista.
A proposta da rede é oferecer apoio não apenas emocional, mas também prático para que as grávidas possam descobrir a infinidade de possibilidades que a maternidade ativa oferece àquelas que desejam tomar em suas mãos as rédeas de sua vida.
"É preciso, antes de tudo, que cada mulher encontre dentro de si a força e a possibilidade da mudança. E é este que pensamos ser nosso papel: estender a mão a cada mulher que deseje vivenciar sua gravidez ativa e conscientemente e parir de forma natural e transformadora", explica Renata.
Ela ressalta que os ideais e valores que movem a entidade não se baseiam apenas em verdades ou crenças pessoais, mas em evidências científicas, parâmetros médicos e diretrizes determinadas por organismos de credibilidade mundial como a OMS.
Além disso, a essência do trabalho da rede é afetiva. "Deixamos que falem mais alto nossos corações de mulher, gestante e mãe. A nossa bandeira é uma nova forma de gestar, parir e maternar. Partimos do princípio de que toda mulher pode e tem em si a força para fazer sua revolução particular por uma nova forma de nascer e por uma nova maternidade", defende Renata. (AED)

terça-feira, 29 de março de 2011

Obstetrícia não pode parar!

O Ishtar apoia esse movimento.

Não à redução de vagas na USP!

Não ao fechamento do curso de obstetrícia! Foto de Bia Fioretti

quarta-feira, 23 de março de 2011

Próximo encontro: 26 de março de 2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 26/03/2011 às 9hs.
Como o nosso encontro passado acabou sendo um encontro de bebês Ishtar, neste encontro assistiremos e debateremos o filme Nascendo no Brasil, depois descobriremos um pouco como o Ishtar faz pra mudar esta realidade no vídeo sobre o trabalho do grupo apresentado no Congresso de Humanização da REHUNA no ano passado.

Estamos esperando por você!
Não percam!
*Relembrando*
Quando: 26 de março de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Nascrndo no Brasil.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE
Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

AVISOS!
* Agora o Ishtar conta com um grupo de discussão na internet onde podemos trocar mensagens entre as participantes dos Ishtar pelo Brasil. Você recebeu o convite? Não? Então entre em contato e enviaremos! Caso já tenha recebido, está esperando o que para entrar e se apresentar?! Estamos sentindo sua falta!
http://groups.google.com.br/group/ishtarbrasil
* caso não queira mais receber estes e-mails, escreva para espacoishtar@gmail.com

Ishtar news
Fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/obstetricia+da+usp+protesta+contra+fechamento+do+curso/n1238185117493.html

Obstetrícia da USP protesta contra fechamento do curso

Com barrigas de bexiga e bebês de verdade nascidos com auxílio de obstetrizes, alunos e professores tentam sensibilizar reitoria

22/03/2011 15:42

Um grupo de cerca de 150 pessoas protestou contra o fim do curso de obstetrícia da Universidade de São Paulo (USP) em frente à reitoria da instituição com barrigas de bexiga, bonecos e bebês de verdade. Eles tentam evitar o fim da carreira com a fusão da única graduação que forma parteiras do Brasil.

Na semana passada, um relatório final de um grupo de trabalho chefiado pelo ex-reitor da instituição, Adolpho Melfi, propôs o fechamento de 330 das 1.020 vagas atuais da USP Leste. O curso de Obstetrícia seria o mais afetado com a passagem das 60 vagas atuais para a Escola de Enfermagem, em Pinheiros.

Bebê reage a batucada feita durante manifestação em favor do curso de Obstetrícia
Foto: Cinthia Rodrigues/iG

Bebê reage a batucada feita durante manifestação em favor do curso de Obstetrícia


De acordo com os autores do relatório, esta seria a solução por conta da falta de reconhecimento do profissional obstetriz pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) que deveria certificar os formados. Por enquanto, apenas ex-alunos que recorreram à justiça conseguiram uma liminar na regional de São Paulo.

“Viemos para a frente da reitoria porque parece que eles não tem clareza de que este relatório foi feito sem a nossa participação”, disse a professora Ruth Osava. O documento diz que todos as sugestões foram dadas com base em reuniões com representantes de todos os cursos, mas segundo a docente, foi perguntado a eles apenas se havia algum problema. “Quando dissemos que havia essa pendência com o Cofen, era no sentido de buscarmos solução, jamais de fechar o curso que foi criado por uma necessidade do sistema de saúde brasileiro”, afirma.

A função seria a de humanizar o parto. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) o recomendável é que apenas os 15% de partos que apresentam riscos à mulher ou à criança, sejam cesarianas. No Brasil, no entanto, 45% dos nascimentos na rede pública e até 90% na particular são cesáreas. Para as obstetrizes, a falta da parteira envia muitas mulheres para a sala de cirurgia desnecessariamente.

“Se eles fecharem o curso, estarão cometendo um erro histórico para a saúde da mulher brasileira”, disse a aluna Flavia Estevan, uma das que participou de uma reunião com o diretor da USP Leste, Jorge Boueri, e outra com a pró-reitora de Graduação da USP, Telma Zorn, sobre o relatório. “As decisões estão mais adiantadas do que parece”, lamentou.

Obstetrícia pode não estar no vestibular
Segundo ela, a pró-reitora reforçou que o relatório não era definitivo e teria dito que ainda não o leu, porém, soube que o Cofen emitiu parecer contra a certificação das obstetrizes. “Ela disse que estuda não incluir o curso no vestibular como forma de sinalizar para o Cofen que cedeu. Para mim, isso se chama jogar a toalha”, afirmou Flavia.

Chorando durante boa parte do protesto sua xará, Flávia Chiamba, aluna do 5º ano disse que as lágrimas eram pelas mães que não teriam direito a um parto humanizado se o curso fosse fechado. “É por mim, pelo curso, mas por todas as mulheres.”

Também participaram alunos de outras áreas e profissionais como a enfermeira obstetra Adriana Caroci, que foi à manifestação com o filho Felipe, nascido em casa com a ajuda de uma obstetriz há 6 meses. Ela conta que sempre quis ser parteira, mas como não havia o curso de obstetrícia, optou por enfermagem e só depois se especializou. “Foi injusto comigo ter que ver muito conteúdo que não era o que sempre busquei para só depois fazer um ano do que queria trabalhar. Também é injusto com as gestantes porque na especialização acompanhamos partos por algumas semanas enquanto na graduação, as alunas têm três semestres de acompanhamento de parto. É uma preparação muito maior”, disse.

Mais protestos e abaixo assinado
A estudante de Gestão de Políticas Públicas e diretora do Diretório Central Estudantil, Mayara Ferreira disse que os protestos continuarão durante toda a semana. Na quarta, uma assembleia debaterá o tema na USP Leste e na quinta um grupo pretende ir a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, onde o reitor da USP, João Grandino Rodas, foi chamado a falar sobre outros questionamentos da universidade, como a recente demissão de funcionários.

“Vamos fazer isso com obstetrícia e com todos os cursos prejudicados”, disse. Deputados do PT receberam um grupo de alunos e já falam na criação de uma comissão só para tratar do assunto. Pela internet, um grupo mantém um abaixo-assinado online pela manutenção de obstetrícia que nesta terça-feira já contava mais de 5 mil assinaturas.

A diretoria da USP Leste informou que se reuniu com o Coren na segunda-feira e agendou para a próxima semana um encontro na sede da entidade com a presença de representantes de alunos, professores e o assessor técnico do conselho que também é pesidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, Francisco Cordão.

A professora Elizabete Franco Cruz, penúltima a falar, disse que é favorável ao diálogo com o Cofen, mas não permitirá o questionamento da competência das obstetrizes. “Se alguém tiver dúvida disso, eu venho aqui dar uma aula em público para provar.”

Ninguém da reitoria deu atenção à manifestação que também não gerou conflitos. O último recado: “Pessoal, agora vamos marchar, dêem uma olhada se não ficou nenhuma bexiga estourada no chão”.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Próximo encontro: 12/03/2011

Olá Pessoal!
O nosso próximo encontro será no dia 12/03/2011 às 9hs.
Neste encontro assistiremos e debateremos o filme Nascendo no Brasil, depois descobriremos um pouco como o Ishtar faz pra mudar esta realidade no vídeo sobre o trabalho do grupo apresentado no Congresso de Humanização da REHUNA no ano passado.

Estamos esperando por você!
Não percam!
*Relembrando*
Quando: 12 de março de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Nascrndo no Brasil.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE
Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.


Ishtar news

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110220143714&assunto=31&onde=Brasil
20/02/2011 | 14h37 |
Fiocruz vai estudar motivos da opção por parto normal ou cesariana

Uma equipe de pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública (Enasp), ligada à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vai investigar os motivos que levam a mulher a optar pelo parto normal ou pela cesariana e avaliar que consequências a escolha pode trazer para a mãe e o recém-nascido.

Com base em 24 mil entrevistas que serão realizadas em hospitais públicos e privados em todos os estados, os pesquisadores procurarão saber quais fatores influenciam a escolha pelo parto normal ou pela cesariana.

O projeto está sendo conduzido em parceria com o Instituto Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), universidades estaduais e federais e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os resultados devem ser apresentados até o fim deste ano.

De acordo com a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação da Fiocruz, Maria do Carmo Leal, que coordena o estudo, a alta incidência de cesarianas no país, principalmente em hospitais da rede privada, pode estar relacionada ao aumento do número de casos de bebês prematuros.

Segundo Maria do Carmo, quase metade (47%) dos 3 milhões de partos que ocorrem anualmente no país são feitos por cesariana. Nos hospitais públicos, as cesarianas representam 30% dos nascimentos e, nas unidades particulares, 80% do total. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o percentual fique entre 15% e 20%.

A médica citou estudos que apontam relação entre o crescimento do número de cesarianas, cerca de 44% nos últimos 33 anos, e o aumento da prematuridade, que com alta de 130% em 22 anos. "Queremos entender por que isso vem ocorrendo e se esses fatos estão relacionados à forma de assistência ao parto. Afinal, a medicina é cada vez mais intervencionista em todas as áreas e também no nascimento”, afirmou Maria do Carmo.

Ela ressalta que a cesariana é importante quando há risco de complicações para a mãe ou necessidade de salvar a vida do bebê, mas diz que, na maioria dos casos, não é esse o motivo da intervenção médica.

Segundo a médica, embora haja padrões que indiquem que o bebê está pronto para nascer, nenhum exame é capaz de determinar seu total amadurecimento. “Só é possível saber isso quando a criança ′avisa`. Afinal, o processo de amadurecimento varia, e umas precisam de mais tempo do que outras. Por isso, para um bebê que iria nascer com 40 ou 41 semanas, nascer com 38 semanas é prematuridade.”

Tecnicamente, porém, os bebês não são considerados prematuros a partir da 37ª semana de gestação. Segundo Maria do Carmo, o indicador mais frequente de um nascimento antecipado é a imaturidade respiratória. Para a mãe, entre os problemas que podem ocorrer em função do parto cesariano, estão maiores possibilidades de infecção devido à cirurgia e mais dificuldade para amamentar o bebê.

Foram esses riscos que levaram a publicitária carioca Aline Barbosa a optar, logo no início da gestação, pelo parto normal. Ela disse à obstetra que fazia questão do parto normal e começou a fazer sessões de ioga para gestantes no terceiro mês de gravidez, para preparar o corpo para o nascimento do bebê.

“Tinha muito medo das possíveis complicações de uma cirurgia. Além disso, a recuperação no pós-parto é mais difícil em caso de cesariana", disse Aline. Segundo a publicitária, muitos médicos encontram nos exames feitos durante a gravidez diversos motivos para indicar a cesariana. Seu caso, porém, foi diferente. "Não tive problemas. Minha médica me orientou e fez de tudo para viabilizar o parto normal”, contou Aline, que deu à luz, em parto normal, Maria Clara. A menina nasceu com 48 centímetros e pesando 3,6 quilos.

“Muitas mulheres têm medo do parto normal porque não sabem o que está acontecendo com o corpo. Por isso, buscar informação faz diferença. Não ameniza a dor, mas garante maior tranquilidade”, acrescentou Aline.

Da Agência Brasil

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Próximo encontro: 26/02/2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 26/02/2011 às 9hs.
O tema de nosso encontro será: Tipos de parto.
Estamos esperando por você!
Não percam!

*Relembrando*
Quando: 26 de fevereiro de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Tipos de parto.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.


Ishtar news
Fonte: http://noticias.r7.com/saude/noticias/uma-em-quatro-brasileiras-sofre-violencia-na-hora-do-parto-20110224.html - publicado em 24/02/2011 às 13h56


Uma em quatro brasileiras sofre violência na hora do parto

Estudo diz que mulheres são desrespeitadas em hospitais públicos e privados.
Xingamentos. Humilhações. Gritos. Exame de toque doloroso. Falta de tratamento para alívio da dor e de explicações sobre os procedimentos.
Na hora do parto, 1 a 4 quatro mulheres sofre algum tipo de violência ou mau-trato em hospitais públicos e privados brasileiros. Esses são os resultados do estudo “Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado”, realizado em agosto de 2010 pela Fundação Perseu Abramo e pelo Sesc. A pesquisa reúne entrevistas com 2.365 mulheres e 1.181 homens de 25 Estados do país.Segundo o levantamento, 25% delas relataram ter sofrido algum tipo de violência, como: 10% passaram por exame de toque doloroso, 10% não receberam tratamento para alívio da dor, 9% não tiveram explicação sobre os procedimentos adotados, 9% ouviram gritos de profissionais ao serem atendidas, 8% não receberam atendimento e 7% ouviram xingamentos ou humilhações.Ainda de acordo com o estudo, 23% delas ouviram de algum profissional algo como: “não chora que ano que vem você está aqui de novo”; “na hora de fazer não chorou, não chamou a mamãe”; “se gritar eu paro e não vou te atender”; “se ficar gritando vai fazer mal pro neném, ele vai nascer surdo”.O estudo mostra que os casos de violência na hora do parto são mais frequentes no Nordeste (27%) e menos comum no Norte e Centro-Oeste (22%). Com relação aos municípios, os relatos são mais frequentes nas capitais (30%).E os hospitais públicos são os que mais desrespeitam as pacientes. Dentre as que sofreram algum tipo de violência, 27% relataram casos na rede pública, 17% na rede privada e 31% em ambas.Já entre as que ouviram frases desrespeitosas, 27% dizem que o caso ocorreu em uma unidade pública, 10% em particular e 14% em ambas.Entre as mulheres que tiveram filhos naturais (71% da amostra), a maioria fez o parto só na rede pública (68%), 16% na rede privada, 8% em ambas e 9% em casa ou outros locais.A idade média do primeiro filho foi de 21 anos e 3 meses para as mulheres e de 24 anos e 3 meses para homens. Entre elas, 6% tiveram o primeiro após os 30 anos. Entre eles, 12% tiveram o primeiro após os 30 anos.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Próximo encontro: 12/02/2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 12/02/2011 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Plano de parto.

Estamos esperando por você!
Não percam

*Relembrando*
Quando: 12 de fevereiro de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Plano de parto.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE


Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.


Ishtar news
Fonte: http://www.jcnet.com.br/detalhe_geral.php?codigo=199677
6/01/2011
Parto ativo traz benefícios ao bebê
Mais do que um procedimento natural, maternidade humanizada garante rápida recuperação para a mãe no pós-parto
Luiz Beltramin
Amamentar, assistir as primeiras engatinhadas, dentes de leite, palavras... Ninguém melhor do que as mães para narrar, detalhadamente, as emoções de acompanhar o crescimento de um filho, degrau por degrau. Porém, existe uma etapa disso tudo que muitas vezes passa despercebida e esse estágio está no próprio parto.

Deixado de lado por opção ou necessidade de 43% das gestantes brasileiras, o parto normal, alertam médicos e enfermeiros especializados, também é marco na relação entre mães e bebês.

Os números, levantados pelo Ministério da Saúde, juntam-se aos índices da própria Organização Mundial da Saúde (OMS) com os poucos e alarmantes 15% de partos normais realizados no País, o que fazem do Brasil um dos campeões mundiais do bisturi na maternidade.

Segundo esses órgãos, o chamado parto ativo, ou participativo – quando a mãe exerce função de protagonista, com o procedimento sem qualquer intervenção externa – reflete até mesmo no emocional da criança e, possivelmente, do adulto no futuro.

Na contramão das estatísticas e em busca de uma forma mais humanizada de trazer as crianças ao mundo, hospitais adotam a filosofia do parto ativo, com a mãe como protagonista de fato. No caso, o parto é feito da maneira que a gestante quer em quase tudo, com equipe médica e de enfermagem como suporte.

Em Bauru, o parto ativo é incentivado pelo corpo clínico do hospital Prontocor. Apesar do procedimento ser mais demorado e até mesmo mais trabalhoso do que uma cesariana, a iniciativa, na opinião de Luiz Carlos Mendes Júnior, diretor da instituição, merece cada vez mais apoio.

“Contamos com uma equipe médica na área de obstetrícia que aceita bem a questão do parto humanizado. É um diferencial, até porque demanda mais paciência e tempo do profissional próximo ao paciente”, frisa.

Para ele, a adesão de mães ao parto normal é consequência de um trabalho de conscientização que envolve toda a família. “Por isso desenvolvemos o curso para que os pais optem por conta própria, cientes dos benefícios, pelo parto humanizado”, complementa.

Técnicas

Após a decisão, fica por conta da mãe optar como será o parto: na água, em banheira com água morna ou de cócoras, em cama específica (a única de Bauru) disponibilizada pelo hospital, que caminha para receber o título de instituição Amiga da Criança, homologada pelo Unicef.

Em alguns casos, diferencia a gerente de enfermagem do Prontocor, Ana Maria dos Santos Pinho, as duas técnicas são utilizadas, ou seja, a mãe permanece na banheira durante o período de dilatação e contrações e segue para a cama de parto no instante do nascimento.

Independentemente à técnica empregada, esclarece Ana Maria, o grande diferencial é que a mulher, devidamente assistida pela equipe do hospital, protagonize e vivencie, de fato, o nascimento. “Tanto ela quanto a pessoa escolhida para acompanhá-la participam ativamente do parto que, humanizado, traz inúmeros benefícios em sentir o filho vir ao mundo”, incentiva.

“A paciente é a protagonista. Somos os espectadores, ao lado para apoiar, incentivar, tirar os medos. Chega um momento, numa fase de dilatação do trabalho de parto, em que o temor é natural, pela dor que, obviamente, ninguém gosta”, admite a gerente de enfermagem. “Mas também existem técnicas de alívio não invasivas, entre elas massagens”, minimiza.

Outro fator importante é o tempo de recuperação. “É muito mais rápido, com amamentação imediata”, destaca a médica Mariele Santos Storniolo de Campos, ginecologista obstetra do hospital Prontocor.

Segundo ela, o ambiente humanizado – a mãe escolhe até mesmo a música, se preferir, que vai ouvir durante a espera pela dilatação – encoraja gestantes a abrirem mão do procedimento cirúrgico para trazerem os filhos ao mundo.

Para os especialistas, criou-se uma cultura “industrial” sobre as cesarianas. “A mãe se encoraja, sente-se mais segura e capaz de tudo”, incentiva, ao ressalvar que, atualmente, há introdução de conceitos de humanização também nas cesarianas, quando necessárias.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Próximo encontro: 29/01/2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 29/01/2011 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Mitos da gestação e do parto.

Estamos esperando por você!
Não percam

*Relembrando*
Quando: 29 de janeiro de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Mitos da gestação e do parto.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.Cidade: Recife - PE
Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

Ishtar news
26 de Janeiro de 2011
Fonte: http://www.pbagora.com.br/conteudo.php?id=20110126152124&cat=saude&keys=sms-visita-isea-anuncia-entrega-reforma
SMS visita ISEA e anuncia entrega de reforma Secretária de Saúde visita ISEA e anuncia entrega de reforma para fevereiro
O ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida) da Prefeitura de Campina Grande recebeu, na manhã desta terça-feira, 25, a visita da secretária municipal de Saúde, Tatiana Medeiros, que anunciou a entrega do novo Centro Obstétrico para o próximo mês. A visita faz parte das atividades que estão sendo realizadas pela nova secretária para conhecer de perto os serviços que a Secretaria Municipal de Saúde oferece não somente à população de Campina Grande, mas de outras cidades, como é o caso do ISEA.
Tatiana Medeiros esteve acompanhada pela secretária-adjunta, Marisa Agra, e pelo diretor administrativo e financeiro da Secretaria Municipal de Saúde, Valdemir Medeiros. Eles foram recebidos no ISEA pela diretora geral e pelo diretor administrativo, respectivamente, Francimar Ramos e Eduardo Galdino e percorreram os diversos setores da maternidade, que no mês de agosto estará completando 60 anos de funcionamento.
No Centro Obstétrico visitado pela secretária de Saúde funcionarão as suítes PPPs (Pré-Parto, Parto e Pós-Parto), que vão oferecer seis leitos, podendo dobrar a capacidade. Com ele, a sala de pré-parto e a sala de parto serão unificadas, eliminando a necessidade de transferência da mulher de um local para outro e melhorando as condições para as gestantes e para os recém-nascidos, que somente depois do parto serão transferidos para as enfermarias.
A adoção do conceito PPP permite que o processo fisiológico do parto normal possa evoluir na mais absoluta normalidade, no mesmo local e cama, num ambiente familiar, longe daquele aspecto de uma sala cirúrgica e sem que a mulher precise ser deslocada para outro ambiente. A preocupação com essa realidade faz parte dos compromissos assumidos pela gestão municipal com o Pacto Nacional de Redução da Mortalidade Materna, explica a diretora geral da maternidade, a médica Francimar Ramos.
Durante a visita, Tatiana Medeiros também conversou com os diretores do ISEA sobre a implantação de leitos de UTI adulta, uma vez que, por ser uma maternidade referência em atendimentos a gestantes de alto risco, quando há necessidade, as mulheres são transferidas para outros hospitais.
Depois do ISEA, o local visitado pela secretária de Saúde foi a Emergência Psiquiátrica, que funciona no Hospital Dr. Edgley e onde deverá ser implantado um espaço para atendimento emergencial para usuários de drogas. Tatiana Medeiros visitou ainda o SAMU, onde foi recebida pelo novo coordenador, o médico Antônio Henriques de França Neto.
Na próxima terça-feira, 1º, a secretária e a secretária-adjunta de Saúde estarão visitando UBSF (Unidades Básicas de Saúde da Família) localizadas na zona rural do município de Campina Grande.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Próximo encontro: 15/01/2011

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 15/01/2011 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Recomendações da OMS.

Estamos esperando por você!
Não percam

*Relembrando*
Quando: 15 de janeiro de 2011 - sábado de 09h às 11h
Tema: Recomendações OMS.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail
espacoishtar@gmail.com.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Próximo encontro: 18/12/2010

Olá Pessoal!

Em nosso próximo encontro, no dia 18/12/2010 a partir das 14hs, realizaremos a nossa confraternização de 2010!

Cada um deverá trazer um pratinho de doce ou salgado ou uma bebida.

ATENÇÃO: a confraternização será realizada no seguinte endereço:
Rua Luiz Barbalho, 142 Edf. Ana Alves - Boa Vista

Estamos esperando por você!
Não percam

*Relembrando*Quando: 18 de dezembro de 2010 - sábado a partir das 14hsTema: Confraternização 2010.Onde: Rua Luiz Barbalho, 142 - Boa Vista - Vindo pela av. Agamenon Magalhães (sentido Boa Viagem - Olinda), entrar na segunda à direita após o hospital Memorial São José.Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mailespacoishtar@gmail.com.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Próximo encontro: 04/12/2010

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 04/12/2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Amamentação!
Se você é gestante, venha tirar suas dúvidas, se você é mão venha compartilhar a sua experiencia!

Estamos esperando por você!
Não percam

*Relembrando*
Quando: 04 de dezembro de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Amamentação.
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.