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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Próximo encontro: 08/05/2010

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 08/05/2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Recomendações da OMS!
Pedimos para que cheguem pontualmente pois iniciaremos o encontro assistindo ao filme "Sagrado"

Estamos esperando por você!
Não percam!

*Relembrando*
Quando: 08 de maio de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Recomendações da OMS
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE
Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail
espacoishtar@gmail.com.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Próximo encontro: 24/04/2010

Olá Pessoal!

O nosso prçoximo encontro serça no dia 24 de abil de 2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: tipos de partos!

Estamos esperando por você!

Não perca!

* Relembrando:
Quando: 24 de abril de 2010 - sábado das 9 às 11 hs
Tema: Tipos de parto
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem. Edf. Aruanã. Vindo pela Visconde de Jequitinhonha, entrar na primeira rua à esquerda após o parque Dona Lindu e depois na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme a sua presença através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187 ou pelo e-mail: espacoishtar@gmail.com

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Próximo encontro: 10/04/2010

Olá Pessoal!


O nosso próximo encontro será no dia 10/04/2010 às 9hs.

Mudamos um pouco a nossa programação pois neste sábado contaremos com a presença especialíssima de Ingrid Lofti, do Rio de janeiro, que é super ativista da humanização do parto e foi uma das fundadoras da Parto do Princípio. O Ishtar news de hoje é em homenagem a ela!

O tema de nosso encontro será: Mitos da gravidez e do parto!

Estamos esperando por você!

Não percam!



*Relembrando*
Quando: 10 de abril de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Mitos da gravidez e do parto
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Próximo encontro: 27/03/2010

Olá Pessoal!


O nosso próximo encontro será no dia 27/03/2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Procedimentos com o recém-nascido!

Estamos esperando por você!

Não perca!

*Relembrando*
Quando: 27 de março de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Procedimentos com o recém-nascido
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Próximo encontro: 13/03/2010

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 13/03/2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: Amamentação!
Estamos esperando por você!
Não perca!

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

quarta-feira, 3 de março de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Próximo encontro 27/02/2010

Olá Pessoal!


O nosso próximo encontro será no dia 27/02/2010 às 9hs.

O tema de nosso encontro será: O pós-parto!

Estamos esperando por você!

Não percam!



*Relembrando*
Quando: 27 de Fevereiro de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: O pós-parto
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Atenção pessoal!

Fizemos uma pequena alteração em nossa agenda e assim o nosso próximo encontro será no dia: 27/02/2010!

Anotem em suas agendas e não percam!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Próximo Encontro - 06/02/10

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 06/02/2010 ás 9hs.

O tema de nosso encontro será: Intervenções no trabalho de parto e parto!

Estamos esperando por você!


*Relembrando*
Quando: 06 de Fevereiro de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Intervenções no trabalho de parto e parto
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.


AVISOS!
* Agora o Ishtar conta com um grupo de discussão na internet onde podemos trocar mensagens entre as participantes dos cinco Ishtar pelo Brasil (Pará, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Brasília, Minas Gerais e São Paulo). Você recebeu o convite? Não? Então entre em contato e enviaremos! Caso já tenha recebido, está esperando o que para entrar e se apresentar?! Estamos sentindo sua falta!
http://groups.google.com.br/group/ishtarbrasil

* caso não queira mais receber estes e-mails, escreva para espacoishtar@gmail.com


Ishtar news

O parto normal Intervenções Fonte: http://nascercomrespeito.com.br/category/Artigos.aspx A Organização Mundial da Saúde condena a chamada “cascata de intervenções” no parto normal. Em 1998, recomendou “o mínimo possível de intervenção que seja compatível com a segurança”. Alguns procedimentos são necessários em certos casos, mas estão sendo usados como rotina na maioria dos partos. Lavagem intestinal: não há benefício em usá-la de forma rotineira, além de ser desconfortável. A mulher pode optar por ela se estiver constipada. Tricotomia: a raspagem dos pêlos pubianos não reduz a incidência de infecções e o crescimento dos pêlos pode ser bastante desconfortável. Jejum: defendido por médicos e hospitais durante o trabalho de parto para a eventualidade de uma cesárea. Pode provocar fraqueza e desnutrição. Posição: a mulher deve ter liberdade de movimentos. A posição deitada de costas aumenta a dor, desfavorece a descida do bebê – nas posições verticais, como de cócoras ou sentada, a gravidade ajuda – e aumenta a possibilidade de lesões na vagina. Monitoramento fetal constante e administração de soro são outros procediemntos dispensáveis em gestantes de baixo risco e que limitam os movimentos. Ruptura artificial da bolsa: o objetivo é apressar o parto. Mas o líquido tem efeito protetor e o rompimento aumenta as chances de infecção e cria um limite de tempo para o parto. Administração de ocitocina: drogas para acelerar o parto tornam as contrações mais dolorosas e difíceis de suportar para a mãe e para o bebê. Os riscos incluem restrição do suprimento de oxigênio para o bebê e uso de mais intervenções, aumentando a chance de uma cesárea. Episiotomia: o corte na abertura da vagina para aumentar o canal de parto tem recuperação bastante desconfortável, pode inflamar e infeccionar. A cicatriz pode afetar o prazer sexual provocar dor durante a penetração. Manobra de Kristeller: quando a enfermeira ou anestesista faz força sobre a barriga da mulher, empurrando o bebê. É condenada em qualquer situação, mas ainda usada em alguns hospitais brasileiros. Mitos e medos Dor: a dor no parto é resultado da contração muscular do útero e da distenção de diversas estruturas no canal de parto. Mas ela pode ser intensificada por sentimentos como medo e estresse e pelo modelo de assistência. As intervenções acima podem explicar muito da dor. Há formas de aliviá-la, como banhos de imersão ou de chuveiro, massagens, liberdade de posição, presença de pessoas queridas e de confiança. Também há a analgesia de parto, que evoluiu muito nos últimos anos. Ela não é inócua, mas é uma alternativa. E a promessa de um parto sem dor no caso da cesárea é falsa, já que a cirurgia causa dor no pós-parto, período em que a mãe deveria estar disposta a “maternar” seu bebê. Ficar com a vagina “larga”: a vagina é flexível e a única forma de aumentar sua força são exercícios específicos. Intervenções como a episiotomia, a posição deitada de costas e o puxo dirigido (a ordem para fazer força) são o que lesam o períneo. Ficar com bexiga caída: o vilão não é o parto, mas a própria gravidez, a genética e a idade. Nesse caso, os exercícios também ajudam. Parto normal após cesárea (PNAC): ao contrário da crença geral, é possível. O principal risco é de ruptura uterina (taxa de 0,2 a 0,5%). A ruptura também ocorre em mulheres que nunca tiveram filhos ou foram operadas, às vezes antes do trabalho de parto. O risco de uma cesária ainda pode ser maior.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Olá Pessoal!

O nosso próximo encontro será no dia 23/01/2010 ás 9hs.

O tema de nosso encontro será: últimos dias!
Conversaremos sobre como evitar e como lidar com os medos e a ansiedade que surge com a aproximação da chegada de nossos bebês!

Estamos esperando por você!


*Relembrando*
Quando: 23 de Janeiro de 2010 - sábado de 09h às 11h
Tema: Últimos dias
Onde: Rua Setubal, 1548 - Boa Viagem - Vindo pela av. Visconde de Jequitinhonha, entrar no primeiro sinal à esquerda após o parque D. Lindu. Depois entrar na primeira rua à direita.
Cidade: Recife - PE

Confirme sua participação através dos telefones: 88424300, 99648212 ou 92694187, ou pelo e-mail espacoishtar@gmail.com.


AVISOS!
* Agora o Ishtar conta com um grupo de discussão na internet onde podemos trocar mensagens entre as participantes dos cinco Ishtar pelo Brasil (Pará, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Brasília, Minas Gerais e São Paulo). Você recebeu o convite? Não? Então entre em contato e enviaremos! Caso já tenha recebido, está esperando o que para entrar e se apresentar?! Estamos sentindo sua falta!
http://groups.google.com.br/group/ishtarbrasil

* caso não queira mais receber estes e-mails, escreva para espacoishtar@gmail.com


Ishtar news

Fonte: Guia do bebê
Fobias do parto
A partir do terceiro trimestre ocorre um fenômeno da maior importância. Com todas as estruturas fisiológicas formadas e funcionais, a existência no espaço aéreo agora é viável para o feto, que se encontra em pleno e rápido desenvolvimento, ganhando peso e volume.
Há, então, uma alteração na dinâmica psíquica da gestante, pois com a possibilidade de vida de seu bebê, mesmo num parto prematuro, altera-se, também, a percepção que tinha dele e que lhe permite começar a pensar quando será o parto e como será.
No decorrer das semanas, o corpo da futura mamãe vai se avolumando mais e mais, provocando-lhe um intenso desconforto físico. Percebe-se mais pesada e lenta, sem energia e disposição para manter suas atividades habituais, também porque não mais encontra posição confortável para dormir.
Embora todas as gestantes sintam-se mais limitadas, as reações são diferentes. Enquanto umas descansam, ficando um tempo maior deitadas e inativas, outras continuam hiperativas como negando a gravidez, uma vez que a baixa de atividade geral, significaria aumento na angústia. Uma parte considerável delas continua exercendo suas ocupações profissionais e do cotidiano, embora exigindo maior esforço. Com esta realidade que se lhes apresenta, a proximidade do parto é um fato inegável e percebida com grande temor, embora a evolução da obstetrícia moderna tenha diminuído sensivelmente o risco físico tanto para a parturiente quanto para o bebê. Podemos aqui incluir a mulher cuja gravidez foi planejada e que no decorrer desta tenha adquirido um grande amadurecimento emocional, desejando a chegada do bebê. Ela também sente a angústia do parto, embora com um grau suportável.
Assim, mais uma vez a ansiedade se exacerba e os sentimentos são ambivalentes: a vontade de terminar a gravidez e ter o filho alterna-se com a vontade de prolongá-la para que possa fazer as adaptações internas e externas necessárias para acolher o bebê.
É que neste momento a angústia tem raízes mais profundas e inconscientes. Todos os temores vivenciados desde o início da gravidez se reatualizam, porque com o parto, a mulher terá a constatação se os momentos de dúvidas, questionamentos e incertezas não prejudicaram o feto e se realmente é merecedora de ter um filho saudável e perfeito, ou seja, aquele que ela vai ter que mostrar ao pai, à família e aos amigos em geral.
A angústia do parto é, talvez, a mais primitiva que se conhece, pois faz reviver o momento crucial em que ocorre a separação definitiva do corpo materno, quando do próprio nascimento.
A ansiedade mais expressiva que surge refere-se à data aproximada do parto: "quando será". Nesta questão, escondem-se outras: "como será o parto, como será o bebê, como serei enquanto mãe, terei condições de assumir o compromisso com esta nova vida..."
O conflito entre os conteúdos conscientes e inconscientes, que aparecem mais especialmente nesta etapa, facilita a revivência de conflitos infantis da gestante com seus pais de origem ou irmãos, que antes permaneciam reprimidos.
Desta maneira, surge a oportunidade de renegociar suas relações com a história familiar, encontrando novas possibilidades de solução ou então se intensificam os conflitos, o que certamente irá afetar a relação mãe-bebê.
Com os movimentos fetais, há, também, uma percepção maior das contrações uterinas, muitas vezes sobressaltando e atemorizando ainda mais a futura mamãe.
Pouco antes do oitavo mês, pode se produzir a versão interna, que é o momento em que o feto posiciona-se de cabeça para baixo, à entrada do canal do parto.
A percepção deste movimento provoca, inconscientemente, uma intensa crise de ansiedade, cuja sensação consciente é de algo estranho acontecendo, podendo provocar certos processos somáticos, como: diarréias, constipação, aumento de peso excessivo, cãimbras intensificadas, crises de hipertensão e outros, cada um com seu significado psicológico próprio. O mais grave deles é o parto prematuro, quando as crises de ansiedade chegam a níveis insustentáveis. Não tolerando mais a situação ansiógena e precisando livrar-se dela com urgência, a dinâmica psíquica desencadeia o parto, funcionando como uma defesa ante a possibilidade de uma desestruturação psicológica.
Todos estes sintomas expressam, além do conflito, um pedido de ajuda e proteção por não conseguir suportar e elaborar a crise de ansiedade.
Vale dizer que os temores mais comuns que se expressam na gravidez apresentam um caráter de autopunição, do tipo: temor à morte no parto, à dor, incapacidade de criar bem o filho, ter leite fraco ou mesmo não conseguir produzir leite suficiente, parto traumático por fórceps ou cesariana, morte do filho, filho disforme... enfim, a gestante sente que não é capaz de defrontar-se com o parto e superá-lo.
Freqüentemente, nestes momentos de intensa crise, deixa de perceber os movimentos fetais, cuja vivência é extremamente dolorosa e angustiante, pois é associada à possibilidade de morte do bebê. Essa ausência de percepção deve-se à intensidade da angústia, bem como, pelo fato de o feto estar bem desenvolvido e não haver espaço intra-uterino suficiente para suas evoluções, além de que já existe certo grau de encaixamento.
É importante lembrar que não são apenas as primíparas a apresentar as fobias do parto. Por serem fobias profundamente enraizadas, ligadas à história da mulher, a esta gravidez, ao modo como sua mãe relatou o seu próprio nascimento, à história do casal e ao que ela espera deste filho, podem atingir as gestantes em outra gravidez e não necessariamente na primeira.
É muito comum as futuras mamães terem sonhos referentes ao parto, ao bebê, às alterações do seu corpo e às expectativas em relação a si mesma e ao bebê. O sonho tem uma função fundamental nestes casos, pois oferece a oportunidade de enfrentar antecipadamente a tensão do parto, numa tentativa de dominá-la, não devendo, porém, ser considerado como premonição, pois o verdadeiro significado só poderá emergir durante um trabalho analítico.
Atualmente, sabe-se que o futuro papai não fica imune às angústias durante a gestação de seu filho e elas também podem ser expressas através de sonhos e, muitas vezes, de distrações e esquecimentos, o que provocam grandes tensões entre o casal.
Por não ter com quem expressar o sofrimento que o atinge, ocorre de modo inconsciente e mais comumente do que se possa pensar, todo tipo de acidentes, depressão e comportamentos de fuga, como excesso de trabalho, novos interesses fora do lar e que atuam como uma forma de chamar a atenção e de reclamar o seu lugar, já que o ambiente imediato está às voltas com a gestante e esta com os preparativos para a chegada do bebê, tendo de lidar, também, com suas próprias ansiedades.
Um dos temores mais comuns é não saber reconhecer os sinais do parto e ser pega de surpresa. Assim, a qualquer sinal percebido como estranho, geralmente a gestante vai para a maternidade.
Os alarmes falsos têm duas funções tranqüilizadoras: além de permitir a liberação da ansiedade, funciona como um exercício da maneira como deverá se comportar no momento de ir para o hospital. Muitos homens aproveitam para cronometrar o tempo dispendido no percurso, pois o fato de saber em quanto tempo suas parceiras estarão sob cuidados médicos e hospitalares, acalma-os.
No caso de existirem outros filhos, estes devem ser preparados para a ausência materna, quando for ter o bebê. Utilizar-se sempre de palavras que expressam a realidade e que estejam de acordo com a compreensão de cada um. Mesmo as crianças de pouquíssima idade e até as que ainda não dominam o vocabulário conseguem captar o sentido do que vai sendo dito e isto as tranqüiliza.
No momento em que o parto se aproxima, o ambiente mais próximo, preferencialmente as futuras vovós, entram num estado de grande agitação, fazendo planos e oferecendo assistência e colaboração após o nascimento do bebê.
O modo como este movimento será interpretado pela gestante depende de sua história, principalmente na relação com a mãe nos momentos mais precoces de sua vida. Ela poderá se sentir mais segura e agradecida ou, ao contrário, encarar como um comportamento invasivo que vem para confirmar a sua incapacidade em exercer a maternagem adequadamente.
Muitas vezes o ambiente imediato não consegue funcionar como continente para todas as angústias, temores, ansiedades e culpas que despertam na futura mamãe, porque também estão revivendo, de forma menos dramática, é verdade, seus próprios temores frente à vida. Assim, a gestante se percebe muito só, sem apoio e proteção, completamente indefesa, o que, por certo, aumentará a angústia, podendo chegar à depressão.
Faz-se extremamente prudente e necessário a ajuda de um profissional capacitado que possa acolhê-la, orientá-la e reassegurar-lhe a confiança e o bem-estar neste momento de crise ou mesmo de todo o período gestacional.
Ana Maria Moratelli da Silva RicoPsicóloga clínica